Definitivamente a série tomou um rumo diferente. Saiu da bitola que guiou a primeira temporada (e parte da segunda) e vem melhorando ainda mais. Carla Mussso, a belíssima (e viúva) milionária que deu o maior mole para o Dr Lightman no 13º episódio, ao que parece, virou personagem fixo. Configura-se, dessa forma, o estranho triângulo (quase) amoroso envolvendo essa loira, Gillian e Cal. Bom para a série e bom para nós.
O caso da semana foi inusitado. O policial Nick Hardy, ao atender uma chamada para averiguar distúrbios em um prédio, acabou baleado. Ficou tetraplégico e o Dr. Lightman foi escalado para fazer a leitura facial do policial a fim de descobrir pistas sobre o atirador. Ótima premissa. Logo no começo, das investigações, Cal descobriu, interrogando uma garota, que policiais estavam envolvidos no crime.
O esquema era o seguinte: o governo havia arrendado um prédio e pagava o aluguel de apartamentos para viciados em processo de recuperação. Um grupo de policiais matava os viciados e colocava pessoas de bem nos apartamentos. Dessa forma o proprietário recebia dois aluguéis por apartamento: o do novo morador e o pago pelo governo.
O episódio teve um momento dramático: Cal fez as leituras do semblante de Nick, o tetraplégico, e percebeu que ele estava nas últimas. O Dr. Lightman resolveu então intermediar a despedida: traduziu o sentimento de Nick, que morreu em seguida. Outro ponto alto foi quando os policiais forjaram um flagrante de porte de drogas com a filha de Cal. A forma como o Dr. Lightamn encarou os policiais denunciou que a vingança seria rápida. Obviamente, os policiais corruptos acabaram presos. Mais uma vez Ria e Locker tiveram participação de coadjuvantes.
Ficha Técnica
Escrito por: Kevin Townsley
Direção: Roxann Dawson
Exibição (EUA): 12 de Julho de 2010

0 Comentários em série:
Postar um comentário